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	<title>Revista de Nossa Senhora &#187; dezembro &#8211; 2013</title>
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	<description>Revista de Nossa Senhora</description>
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		<title>Para Meditar</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 14:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro - 2013]]></category>

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		<description><![CDATA["Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura" (Lc 2, 12). Um recém-nascido igual a todos os outros recém-nascidos do mundo: envolto em faixas. "Tão humano, só podia ser divino". ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido</em><br />
<em>envolto em faixas e posto numa manjedoura&#8221; (Lc 2, 12) </em></p>
<p><em>Um recém-nascido</em><br />
<em>igual a todos os outros recém-nascidos do mundo:</em><br />
<em>envolto em faixas.</em><br />
<em>&#8220;Tão humano, só podia ser divino&#8221;. </em></p>
<p><em>Um recém-nascido,</em><br />
<em>que nos faz todos recém-nascidos,</em><br />
<em>que nos faz dizer:</em><br />
<em>&#8220;Sinto-me nascido a cada momento.</em><br />
<em>Para a eterna novidade do Mundo&#8221;.</em><br />
<em>Ele faz novas todas as coisas.</em></p>
<p><em>É Natal!</em><br />
<em>Que a serena alegria de estar na presença de um Deus-Criança</em><br />
<em>inunde todos os dias de nossa vida!</em></p>
<p><em><strong>Fernando Clemente, MSC</strong></em></p>
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		<title>Edição Dezembro de 2013</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 14:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro - 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1284" alt="capa-aprovada" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2013/11/capa-aprovada.jpg" width="240" height="324" /></p>
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		<title>Natal tempo de esperança</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 14:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro - 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[No Natal trava-se a batalha entre dois imaginários sociais. De mais longe, vem o significado cristão, profundo, religioso do nascimento de Jesus]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1276" alt="interna3" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2013/11/interna3.jpg" width="300" height="401" />No Natal trava-se a batalha entre dois imaginários sociais. De mais longe, vem o significado cristão, profundo, religioso do nascimento de Jesus. Todos conhecemos a origem. Cai no solstício de inverno dos países do hemisfério Norte. Desde o Imperador Aureliano (séc. III), celebrava-se nesse dia o Natal do Sol Invicto, festa mitríaca do renascimento do sol. A Igreja de Roma transpõe-na então para o nascimento do Verdadeiro Sol da Justiça, Jesus Cristo, a partir do IV século.</p>
<p>Nos países cristãos, a festa conservou enorme pureza e significado, embelezando a noite das crianças. A tradição do presépio engalanou-a com símbolos religiosos. A apresentação artística do nascimento de Jesus com Maria e José, cercado de anjos, Reis Magos, pastores e animais, em gruta singela, povoou o inconsciente das crianças e ficou como camada subterrânea no imaginário adulto. Vinculou-se a ela a figura de São Francisco de Assis como iniciador, no século XIII, da representação do Nascimento de Jesus. Na forma em que hoje conhecemos o presépio, ele é bem mais tardio, remontando ao século XVI.</p>
<p>São muitos séculos de piedade, de religiosidade que se consubstanciaram nessa festa. Sempre houve o invólucro da ceia de Natal, mas ela se cercava de símbolos religiosos, de orações, de cânticos próprios, antes prolongando que rompendo a sacralidade da festa.</p>
<p>Aos poucos, o capitalismo desbragado na forma de sociedade de consumo começou a tocar-lhe o coração e transformá-lo em mercadoria. Os sinais religiosos conservam a materialidade visível, o significante, mas perderam o significado para se mercantilizarem. Vende-se a festa de Natal em todos os pormenores. Ela é arrancada da celebração litúrgica de tal modo que pode ser celebrada sem nenhuma referência ao evento fundador.</p>
<p>Na prática, vivem-se três situações diferenciadas. Em alguns lugares, predomina ainda a dimensão religiosa. Os mosteiros, comunidades cristãs fervorosas põem o acento na celebração eucarística da meia noite, mesmo que, por razões práticas, o horário venha sendo relativizado. Há lugares do Brasil em que a violência urbana impede as pessoas de saírem tarde da noite para a celebração. Antecipam-na.</p>
<p>Outros jogam com o 50%. Conservam a festa religiosa, mas em proporção igual se munem com os acréscimos seculares de presentes, de consumismo exagerado dos bens natalinos. Nos EUA, a venda de peru cresce enormemente como o prato típico do tempo natalino. As granjas se orientam para tal.</p>
<p>Hoje é a forma mais comum de celebrá-lo. Os aparatos externos consumistas tendem a crescer, mas ainda se respeita o imaginário religioso de séculos. Famílias de boa tradição cristã não abandonam a celebração litúrgica, antes de iniciarem as comilanças, bebedeiras e presentes. Paga-se já tributo considerável ao consumismo.</p>
<p>A vitória completa da sociedade secularizada acontece pela redução do Natal à categoria de simples feriado civil. E o lazer ocupa totalmente o espaço disponível. Vincula-se tal evento ao costume de mútuo presentear-se, sem se dar conta do significado simbólico primigênio. O presente vale pelo presente, pela embalagem, pelo valor material, pelo gozo do consumo. Nada a ver com o grande Presente do Pai na pessoa de Jesus. É o fim do Natal religioso.</p>
<p>Em luta desigual com o afã consumista da sociedade atual, resta-nos conservar a tradição religiosa pelas vias de que dispomos: catequese desde a família, valorização da celebração litúrgica, educação cultural da simbologia religiosa natalina. A religião faz parte da cultura e é-lhe o coração. Tal vinculação permite que ambas se conservem.</p>
<p><strong>Feliz Natal ! </strong></p>
<p><em><strong>Pe. João Batista Libânio, é teólogo jesuita.</strong></em></p>
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		<title>Quem tem a paz tem muito mais respostas!</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 13:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro - 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[Custou, mas encontrou a sua paz - Custou até demais - Momentos houve até em que ele imaginou - Que não conseguiria nunca mais - Doeu, doeu demais não ter a paz]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1273" alt="interna2" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2013/11/interna2.jpg" width="250" height="484" />Custou, mas encontrou a sua paz</em><br />
<em>Custou até demais</em><br />
<em>Momentos houve até em que ele imaginou</em><br />
<em>Que não conseguiria nunca mais</em><br />
<em>Doeu, doeu demais não ter a paz</em><br />
<em>Não ter nenhum conforto para a alma</em><br />
<em>As noites eram frias</em><br />
<em>E os dias eram longos por demais</em><br />
<em>Que dor e que agonia</em><br />
<em>Dentro de um coração que não tem paz</em></p>
<p><em>Alguém lhe apresentou Jesus de Nazaré</em><br />
<em>Ele nunca viu seus olho</em><br />
<em>Nunca teve uma visão</em><br />
<em>Jesus nunca falou nos seus ouvidos</em><br />
<em>Mas ele sabia que era Jesus</em></p>
<p><em>E orava e suplicava</em><br />
<em>Meditava e meditava</em><br />
<em>Nas palavras que Ele disse</em><br />
<em>Para quem carrega um fardo:</em></p>
<p><em>Troquem de fardo comigo</em><br />
<em>Eu fico com o de vocês e vocês com o meu.</em><br />
<em>Meu peso é leve e meu jugo não machuca.</em></p>
<p><em>Uma calma de manhãs de orvalho</em><br />
<em>Uma brisa suave de primavera</em><br />
<em>foi se apossando de seu interior.</em><br />
<em>As palavras do Livro Santo</em><br />
<em>foram lhe devolvendo a vida</em><br />
<em>e a vontade de prosseguir.</em></p>
<p><em>Começou a respirar,</em><br />
<em>a dormir e a sorrir leve e solto.</em><br />
<em>Mudou de rosto, de olhar e de jeito.</em><br />
<em>E foi lá fora, ajudar os outros.</em></p>
<p><em>Nunca se achou melhor e mais santo</em><br />
<em>Nem mais salvo , nem mais ungido,</em><br />
<em>Nem mais eleito.</em></p>
<p><em>Viveu agradecido pela paz que Jesus lhe dera</em><br />
<em>Desenvolveu a paz inquieta dos que lutam para levar aos outros a paz que Deus lhes concedeu.</em><br />
<em>Porque a paz é uma graça que vem do céu</em><br />
<em>e se cultiva e desenvolve no dia a dia. </em></p>
<p><em>De iluminado tornou-se iluminador</em><br />
<em>De abençoado, abençoador,</em><br />
<em>De perdoado, perdoador</em><br />
<em>E de coração deprimido, coração libertador.</em></p>
<p><em>Tinha encontrado a paz para si.</em><br />
<em>Agora precisava encontrá-la para os outros.</em><br />
<em>Tornou-se missionário do diálogo.</em></p>
<p><em>Nunca mais descansou.</em><br />
<em>Morreu aos 90 anos, trabalhando</em><br />
<em>pela paz dos outros.</em><br />
<em>Convencido de que a paz é de todos os milagres,</em><br />
<em>o mais bonito milagre</em><br />
<em>que um coração possa querer. </em></p>
<p><em>Quem tem a paz tem muito mais respostas!</em></p>
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		<title>Vamos até Belém</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 13:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro - 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[Num mundo que  leva as pessoas ao individualismo, procuremos participar da alegria dos humildes, fazer nossa a esperança dos pobres, alegrar os que nos rodeiam com a vivência da fé em Cristo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1267" alt="Nativity scene" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2013/11/interna.jpg" width="250" height="308" />Num mundo que  leva as pessoas ao individualismo, procuremos participar da alegria dos humildes, fazer nossa a esperança dos pobres, alegrar os que nos rodeiam com a vivência da fé em Cristo.</strong></p>
<p>O Evangelista Lucas, no capítulo 2 de seu Evangelho, põe nos lábios de humildes pastores, este importante convite: “Vamos até Belém! Vamos ver o que aconteceu e o que o Senhor nos manifestou”. Vamos! Caminhemos com os pastores até Belém, ao encontro do Salvador.</p>
<p>A gruta onde Jesus nasceu ficava perto do campo de pastores, que dividiam suas vidas com seus próprios animais, dia e noite. Sem instrução, não sabiam ler coisa alguma, muito menos as Escrituras em língua clássica e antiga. Mesmo assim, embora pobres e à margem dos acontecimentos sociais, eram gente de Israel, acreditavam em anjos – para isso não precisavam ler. E foi um anjo do Senhor, o grande portador das mensagens divinas, quem lhes anunciou a Boa Nova. Enquanto vigiavam seus rebanhos no meio daquela noite abençoada do Natal, ouviram a voz do enviado de Deus: “Eis que vos anuncio uma grande alegria!</p>
<p>“Não temais, a boa nova será para todo o povo: hoje vos nasceu, na cidade de Davi, em Belém, um salvador que é o Cristo Senhor. E completou: ”Vocês vão encontrá-lo na manjedoura, envolto em faixas”.</p>
<p>Alegria na terra e no céu: anjos em multidão cantaram com eles.” Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens e mulheres de boa vontade”. E Lucas acrescenta: “E a glória de Deus envolveu aqueles pobres”.</p>
<p>Os pastores aceitaram o convite e, juntos, caminharam até à gruta. Encontraram o menino com a mãe e José. Cheios de júbilo, partilharam o que ouviram a respeito do menino”. Maria guardava tudo no coração.</p>
<p>Natal é a festa da família, oportunidade especial de acolhida aos irmãos e irmãs, tempo de abrir as portas para deixar Jesus entrar em nossa casa, no coração, na vida.</p>
<p>Num mundo que leva as pessoas ao individualismo, procuremos participar da alegria dos humildes, fazer nossa a esperança dos pobres, alegrar os que nos rodeiam com a vivência da fé em Cristo. É preciso deixar de lado o comodismo e caminhar com coragem até a gruta de Belém a fim de acolher Jesus e entrar na escola do presépio.</p>
<p>Podemos aprender tantas lições: a disponibilidade, a fraternidade, o acolhimento, a humildade, o amor, a fé, a vida em família, a partilha. Partilhar não é só repartir o que se possui, mas, é também estender as mãos para receber o que os outros têm para repartir. As famílias e a comunidade estão esperando nosso testemunho.</p>
<p>“Cada um de nós, ao contemplar na fé como o Filho de Deus quis nascer e viver nesse mundo, deve deixar-se tocar por esse mistério de um Deus que se faz um com a gente. É tão diferente do que nós teríamos pensado. Não chama a atenção sobre si. Nos braços de Maria, identifica-se com a criança e com os mais simples e pobres, revelando assim a dignidade de toda pessoa humana, independentemente das aparências e da condição social.” Estas palavras ditas por Dom Luciano Mendes são um convite para que nos deixemos envolver pelo amor de Deus revelado de uma maneira tão simples. A contemplação desta cena suscita no coração da gente imensa gratidão, quando pensamos que Deus enviou seu Filho por causa de seu amor incondicional a cada ser humano.</p>
<p>Resta-nos imitar os simples pastores que, decididamente, foram até Belém. Essa deve ser também a nossa atitude. Apresentemo-nos diante de Jesus e Ele nos envolverá com sua ternura. Não deixemos de falar das alegrias, sofrimentos e esperanças. José ouvirá em silêncio e Maria vai guardar tudo em seu coração.</p>
<p>Caro (a) Leitor(a), que neste Natal o Deus que se fez uma frágil criança, ilumine sua vida e fortaleça sua fé. Sinta-se convidado(a): Vamos até Belém!</p>
<p><em><strong>Ir. Maria da Luz, FDNSC</strong></em></p>
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