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	<title>Revista de Nossa Senhora &#187; Janeiro &#8211; 2014</title>
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	<description>Revista de Nossa Senhora</description>
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		<title>Para Meditar</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 13:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Acreditar em Deus e no seu amor infinito, experimentá-lo como quem o prova aos poucos e, em retribuição, amá-lo com o maior amor humano possível às vezes, com a decisão de renunciar até ao mais bonito amor humano..]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Acreditar em Deus e no seu amor infinito,</em><br />
<em>experimentá-lo como quem o prova aos poucos</em><br />
<em>e, em retribuição, amá-lo com o maior amor</em><br />
<em>humano possível, às vezes, com a decisão de renunciar</em><br />
<em>até ao mais bonito amor humano..</em></p>
<p><em>Encontrar uma pessoa e amá-la com um amor gentil</em><br />
<em>e sem reservas, conseguir amá-la sem adorá-la e, mesmo assim,</em><br />
<em>saber que nela está quase tudo o que se buscou de bom neste mundo.</em></p>
<p><em>Santificar-se nesses amores e viver mais</em><br />
<em>para os outros do que para si mesmo.</em></p>
<p><em>Passar estes amores a quem cruzar os nossos caminhos:</em><br />
<em>eis o chamado da maioria dos humanos.</em></p>
<p><em>Feliz aquele que ama e se sente amado.</em><br />
<em>Feliz aquele que aceita não ser amado como gostaria,</em><br />
<em>mas assim mesmo ama.</em></p>
<p><em>Feliz de quem, mesmo não tendo o amor que sonhou</em><br />
<em>um dia encontrar, ama de maneira maiúscula e madura.</em></p>
<p><em>De tal ser humano pode-se dizer</em><br />
<em>que se tornou pessoa. </em></p>
<p><em><strong>Pe. Zezinho</strong></em></p>
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		<title>Edição Janeiro de 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 13:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1312" alt="capa-janeiro" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/01/capa-janeiro.jpg" width="240" height="324" /></p>
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		<title>Milagres Eucarísticos “Milagre de Lanciano”</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 13:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Milagres são assim, interpelam a uma postura de fé. Acredita-se ou não. Assume-o em nossa vida ou ficamos à mercê dos comentários dos menos entendidos...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1308" alt="home3" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/01/home3.jpg" width="250" height="314" />Milagres são assim, interpelam a uma postura de fé. Acredita-se ou não. Assume-o em nossa vida ou ficamos à mercê dos comentários dos menos entendidos que reprovam toda manifestação de fé, considerando-a alienação e imprudência diante do sagrado. Infelizmente há quem pense assim diante do inexplicável.</p>
<p>O milagre de Lanciano, muito conhecido nosso, mostra uma atitude de descrença de um monge, enquanto presidia à santa Missa. Diante de sua incredulidade, o pão se torna carne e o vinho se torna sangue de Jesus. Esta é a base central que causa furor entre os críticos de nossa Igreja, tentando de todas as maneiras, provar que acreditamos no vácuo, no vazio.</p>
<p>O que se sabe é que a ciência se cala ante tal fato, depois de uma</p>
<p>série de exames para comprovar que a carne e o sangue são verdadeiros. Não nos cabe teorizar sobre a questão achando que podemos dar alguma outra contribuição que a ciência e a religião já fizeram. Cabe-nos, portanto, viver a nossa fé no Santíssimo Sacramento, como prova fiel da presença de Jesus na eucaristia.</p>
<p>Memória, esta é a palavra. Jesus nos pede insistentemente, na sua última ceia, a que somos convidados, a fazer memória da sua participação em nossa vida, quando quisermos mais uma vez ter a participação da sua vida na nossa. Por isso, nos deixou o seu memorial: “Fazei isto em memória de mim”. É o que assumimos na santa missa.</p>
<p>Tomando como referência estas palavras de Jesus, é importante que o cristão católico faça memória de que o milagre de Lanciano acontece todas as vezes que comungamos. O que comungo hoje é o pão transformado no corpo de Cristo o qual me impulsiona a ser de Deus. Não precisamos ir longe para entender isso. Lanciano está presente onde a Eucaristia está. Ele é o convite pleno para que os crentes e os não crentes façam sua adesão ao projeto de Deus de salvar a humanidade.</p>
<p>Lanciano é um ato de fé. Nossa vida é um ato de fé. Nossas conquistas são um ato de fé. Lanciano é tão verdadeiro como o amor de Deus por nós, incondicionalmente.</p>
<p><em><strong>Pe. Air José de Mendonça, MSC é pároco e reitor do Santuário de Nossa Senhora do Sagrado Coração, em Vila Formosa, São Paulo, SP.</strong></em></p>
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		<title>O ódio sagrado</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 13:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Nestes dias de violência generalizada, crime organizado e batalhas campais, invoca-se a deusa Justiça para clamar pela adoção da pena de morte. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1304" alt="778488_16970647" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/01/778488_16970647.jpg" width="250" height="333" />Nestes dias de violência generalizada, crime organizado e batalhas campais, invoca-se a deusa Justiça para clamar pela adoção da pena de morte. No fundo, pulsa a mesma intenção: para acabar com o pecado, acaba-se com o pecador.</strong></em></p>
<p>Todos conhecem o episódio bíblico em que o profeta Elias, movido por um impulso de ódio, usou da espada para “limpar” o antigo Israel da idolatria. Foram sumariamente “eliminados” 450 profetas de Baal, o ídolo da fertilidade cultuado pelos moabitas (cf. 1Rs 18,40).</p>
<p>É digno de espanto que o gesto de Elias tenha sido aplaudido ao longo dos séculos e admirado como um comportamento “religioso” na defesa dos interesses do verdadeiro Deus. O mesmo Deus que afirma peremptoriamente: “Não quero a morte do pecador, mas que se converta e viva”. (Ez 33,1.)</p>
<p>Como é fácil mascarar sentimentos mais ou menos inconfessáveis em ação religiosa! Intolerância, ódio, vingança, ultranacionalismo e ambições comerciais são alguns desses monstros que se disfarçam de culto a Deus. Invocamos o santo Nome de Deus para agredir o vizinho ameaçador, rapinar a nação rica em recursos naturais, anexar territórios ou, simplesmente, afastar os “diferentes”.</p>
<p>Atualmente, grupos muçulmanos adotam a tática da agressão sistemática contra minorias não islâmicas. Um Islã politizado usa (abusivamente) do Alcorão para impor a Sharia e tornar impossível a presença de outras religiões. A Turquia atual é o palco do conflito entre tais grupos e o exército nacional pró-Ocidente.</p>
<p>Em solo brasileiro, nestes dias de violência generalizada, crime organizado e batalhas campais, invoca-se a deusa Justiça para clamar pela adoção da pena de morte. No fundo, pulsa a mesma intenção: para acabar com o pecado, acaba-se com o pecador. Com este objetivo, apelaríamos para a forca, a cadeira elétrica, a injeção letal. Ouço os aplausos de Hitler, Stalin e Pol Pot&#8230;</p>
<p>Esta legião de justiceiros sente-se no direito de matar aquele que mata, sem levar em conta que condenar à morte um criminoso significa cristalizá-lo no seu crime, roubando-lhe um tempo futuro quando, ao menos em potencial, teria a oportunidade de reflexão, arrependimento, reparação e conversão. Exatamente aquela oportunidade que Deus oferece a todos nós, os pecadores.</p>
<p>Não é preciso lembrar que o direito de matar &#8211; e eliminar adversários e opositores &#8211; sempre foi invocado pelos tiranos de todos os quadrantes e de todas as revoluções. Já devíamos ter aprendido com a História. Já conhecemos o que ocorre no “paredón”, nos “gulags”, nos campos de concentração, na Base de Guantánamo. Já estamos informados sobre os projetos de “limpeza étnica” e de imposição do partido único. Em todos estes exemplos, a dignidade do homem foi negada e sufocada em nome de outros interesses.</p>
<p>Quem deseja a pena de morte parece pensar que o Bem e o Mal são polos de igual valor e poder. Não imagina que o Bem possa abraçar, englobar e fagocitar o Mal, como Luther King dando a vida pelos direitos de seu povo, como Gandhi imolado pela Paz, como Cristo que morre com esta oração nos lábios: “Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem!” É assim que o Bem vence o Mal&#8230;</p>
<p>O cristão pensa diferente dos amantes da morte. Ele “sabe” que a dignidade do homem deriva de sua criação “à imagem e semelhança” do Criador (cf. Gn 1-2). O cristão sabe que o crime não despoja o criminoso de sua dignidade original. E se tratamos o criminoso como coisa, fera ou monstro, é a própria imagem de Deus (ainda que deformada!) que estamos deixando de respeitar.</p>
<p><em><strong>Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.</strong></em></p>
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		<title>Famílias de mãos dadas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 13:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Era muito mais bonito aquele tempo em que ele punha as mãos nos ombros dela, ou publicamente andavam de mãos dadas. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1300" alt="site1" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/01/site1.jpg" width="250" height="166" />Era muito mais bonito aquele tempo em que ele punha as mãos nos ombros dela, ou publicamente andavam de mãos dadas. Alguém decretou e espalhou que o gesto está fora de moda. Que falem, mas ,se não inventaram coisa melhor, que se calem! O fato é que continua bonito ver a mão dele segurando a dela, sem nenhuma outra razão além do carinho entre dois seres humanos.</p>
<p>Casais idosos ainda fazem isso e há casais jovens que não abrem mão desse privilégio. O gesto não tem nada de antiquado. Diz muito ao coração dela e faz bem ao homem que ele é. Mostra publicamente que há um laço a prender suavemente os dois. As mãos falam e ajudam a dizer coisas boas e más. Por elas também passam o cuidado, o carinho e a ternura. Aquelas mãos dadas são mãos de pai e mãe, ou de quem será. São mãos que cuidaram, cuidam ou cuidarão de vidas tenras e carentes.</p>
<p>Mãos levantam queixos, afagam cabelos, tocam olhos e testas, seguram mãozinhas inocentes, curam feridas, fazem comida, lavam corpos e roupas, constroem brinquedos, afagam bochechas, alisam cabelos brancos, plantam, colhem e beneficiam, assinam decretos, ajudam os pobres e tornam o matrimônio uma fonte de vida. Protagonizam na terra o prolongamento do raham, o colo de Deus. Nada mais justo, então, que homem e mulher caminhem de mãos dadas, porque é bom, é terno, simboliza um vínculo, e é testemunho de Alguém que está amando alguém.</p>
<p>Em algum ponto da caminhada muitos casais perderam este delicado e belíssimo costume. Numa era de tanta violência, fora e dentro do lar, de tanta indelicadeza, ingratidão, ameaças e perda de valores, há costumes que devem ser preservados e incentivados. Um deles é a ternura do casal de mãos dadas. Não faz sentido que duas pessoas que se amam, caminhem sistematicamente separados, como se estranhos fossem. Era bonito, simbolizava cuidado e laços de família e todos podiam ver. Que volte a simbolizar a unidade. Prefiro ver isso do que homens indelicados e mulheres magoadas e de rosto sombrio e enxabido, ao lado do homem que um dia foi a razão dos seus sorrisos.</p>
<p>Pequenos gestos podem fazer a diferença. Parecem bobos e fora de moda, mas não são mais tolos e fora de moda do que um casal se espicaçando na frente dos outros e agindo como se o outro não significasse mais nada em sua vida. Pode até haver mentira naquelas mãos dadas, mas se até inimigos se dão as mãos e assinam tratados , por que não um casal que tem e teve uma história?</p>
<p>Que se reze o Pai Nosso de mãos dadas. Que se comece pelos casais!</p>
<p><em><strong>Pe. Zezinho, SCJ, é músico e escritor. Tem aproximadamente 85 livros publicados e mais de 115 álbuns musicais. <a href="http://www.padrezezinhoscj.com" target="_blank">www.padrezezinhoscj.com</a></strong></em></p>
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