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	<title>Revista de Nossa Senhora &#187; Julho &#8211; 2014</title>
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	<description>Revista de Nossa Senhora</description>
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		<title>Gratia Plena</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 12:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Julho - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Virgem Maria, plena de graças Derrama tua presença, diviniza És como lírios dos campos, a perfumar És como rosas orvalhadas em pleno amanhecer Derramas, perfuma amar, Recai suave como brisa E nós somos peregrinos em teu doce amar És milagre de vida em seu doce amar És formosa como as rosas Teu perfume suave exalas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignright size-full wp-image-1483" alt="Virgin Mary and Jesus" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/07/parameditar.jpg" width="250" height="373" />Virgem Maria, plena de graças</em><br />
<em>Derrama tua presença, diviniza</em><br />
<em>És como lírios dos campos, a perfumar</em><br />
<em>És como rosas orvalhadas em pleno amanhecer</em><br />
<em>Derramas, perfuma amar, Recai suave como brisa</em><br />
<em>E nós somos peregrinos em teu doce amar</em><br />
<em>És milagre de vida em seu doce amar</em><br />
<em>És formosa como as rosas</em><br />
<em>Teu perfume suave exalas</em><br />
<em>És amor que se derrama</em><br />
<em>És rama em nós entrelaçada</em><br />
<em>Terna é tua presença materna</em><br />
<em>Chegas para nosso lar, sublimar</em><br />
<em>Te saudamos: Ave Maria cheia de graça</em><br />
<em>Nos encanta em simplicidade e beleza</em><br />
<em>Se nossa mãe Virgem pura</em><br />
<em>Somos escravos de teu amor</em></p>
<p><strong>Maria Regina Câmara Scala</strong><br />
<strong>Maceió &#8211; AL.</strong></p>
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		<title>Julho de 2014</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 12:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Julho - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1480" alt="Revista Nossa Senhora - julho - 14.indd" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/07/capa-julho.jpg" width="240" height="324" /></p>
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		<title>MARIA exemplo de alegria</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 12:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Julho - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Todas as qualidades de Maria convergem para o amor que o Pai pôs no seu coração de jovem, escolhida e predestinada, a ser a Mãe do Salvador. Dentre suas qualidades podemos destacar a alegria. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1476" alt="maria" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/07/maria.jpg" width="300" height="225" />Todas as qualidades de Maria convergem para o amor que o Pai pôs no seu coração de jovem, escolhida e predestinada, a ser a Mãe do Salvador. Dentre suas qualidades podemos destacar a alegria. Na ladainha a invocamos como “causa de nossa alegria”.</p>
<p>A celebração do Ano Litúrgico ajuda-nos a revigorar a nossa fé. Acompanhando os mistérios da vida do Salvador, podemos vivenciar o dinamismo do amor divino que nos transforma e nos mantém no caminho da salvação.</p>
<p>O dia 20 de abril deste ano foi, para todos nós cristãos, “o dia de Júbilo, da Festa, do ALELUIA, da RESSURREIÇÃO DO SENHOR”. Em todas a Igrejas ressoou a proclamação da Páscoa, quando o ministro, com voz forte e vibrante, proclamou a vitória do Rei Jesus Cristo: “Exulte de alegria a multidão dos anjos, exultemos também nós por tão grande louvação. Cristo está vivo para sempre”. A alegria da Ressurreição nos contagia e fortalece a nossa vida em meio a este mundo tão dividido, tão marcado pela violência e pelo pecado. Mas, a Vida vence a morte, o Amor supera o ódio. A vitória de Cristo é também nossa vitória. “A Páscoa é o cerne, o ponto de partida e de chegada do ano Litúrgico, da razão de ser de cada cristão, da missão e da própria Igreja. Razão e sentido de nossa fé: “SE CRISTO NÃO RESSUSCITOU É VÃ A NOSSA FÉ&#8230;” (cf.I Cor 15,13-14.17.20).</p>
<p>Pensando na vitória de Jesus, vivo no meio de nós, podemos pensar em Maria como aquela que soube viver a alegria de ser toda de Deus. Sua alegria é sinônimo de firmeza, de fé inabalável e confiança em Deus. Não é fruto de euforia passageira, mas, um sentimento constante de estar em Deus. Muitas vezes passou por momentos de intenso sofrimento, mas, a alegria em doar-se e assumir a missão conservaram sua força a fim de manter-se “de pé” como nos diz o Evangelista João (cf.Jo 19,25). Maria, mesmo abatida por tanto sofrimento, foi para a casa de João com o coração repleto de alegre satisfação pela fidelidade de Jesus e por ter recebido dele a missão de ser mãe de todos nós. Prova de fidelidade é a sua constante presença junto aos apóstolos mantendo-os congregados, em oração, esperando aquele que Jesus havia prometido &#8211; o Espírito da Verdade.</p>
<p>Em Maria fé e alegria formam uma unidade. No Hino do Magnificat, ela revela seu grande contentamento e a profundidade de sua fé, ao receber a saudação de sua prima Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres”, “Bendita és tu que acreditaste.” “Bendito é o fruto do teu ventre!.” E Maria disse:. “A minha alma engrandece o Senhor e meu espírito exulta de alegria em Deus meu Salvador&#8230; &#8230;porque olhou para a humildade de sua serva, doravante todas as gerações hão de chamar-me de bendita. Ele sacia de bens os famintos, despede os ricos sem nada. Acolhe Israel, seu servidor, fiel ao seu amor.” (cf. Lc 1,46ss)</p>
<p>É neste hino que Maria se revela de maneira impressionante como filha do povo e como Mãe do Salvador que vinha para salvar o povo. “Maria participa da dupla condição de seu povo. Faz parte da imensa multidão dos pequenos e pobres e ao mesmo tempo se entrega humildemente nas mãos de Deus como serva. Proclama o imenso amor de Deus e a sua ação transformadora sobre as relações humanas impulsionadas pela vinda do Reino.” (Irmão Afonso Murad no seu livro: Quem é esta mulher?)</p>
<p>É impossível contemplar Maria como exemplo de alegria e não experimentar o desejo profundo de imitá-la. Oxalá aprendamos com ela a ser fiéis na alegria, a fim de levar aos irmãos e irmãs a alegria que vem do coração: “a alegria humilde, alegria que não ofende o sofrimento e o desespero, uma alegria mansa e bondosa,” como nos sugere nosso querido papa Francisco em um de seus pronunciamentos. Assim deve ter sido a alegria de Maria, humilde, amorosa, fraterna, pronta e atenta, como ela nos ensina.</p>
<p>Aos leitores(as) da Revista de Nossa Senhora, meu desejo profundo, para cada um, cada uma, de uma vivência cristã de intensa alegria; e minha prece à Mãe de Jesus que interceda ao seu amado filho para que nós, assim como os apóstolos, possamos ouvir&#8230;. “o vosso coração se alegrará e ninguém vos poderá tirar vossa alegria”. (cf. Jo16,22)</p>
<p><em><strong>Ir. Maria da Luz Cordeiro, fdnsc</strong></em></p>
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		<title>o ócio das férias</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 12:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Julho - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano gira na dobradiça das férias. Associam-se a tal tempo divertimento, descanso, passeio, viagens. Interrompemos as atividades laborais ou escolares para entregar-nos ao ócio.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1470 alignleft" alt="un niño pensando en soledad" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/07/destaquedomes.jpg" width="300" height="231" />O ano gira na dobradiça das férias. Associam-se a tal tempo divertimento, descanso, passeio, viagens. Interrompemos as atividades laborais ou escolares para entregar-nos ao ócio. O termo conserva em Latim tom positivo. Aqueles, que terminavam honradamente as tarefas impositivas da vida, à guisa do aposentado de hoje, os romanos reconheciam gozar do otium cum dignitate. E viam em tal fase da vida a excelente oportunidade para dedicar-se às letras. “O ócio sem letras é como a morte e a sepultura do homem vivo”, pontifica Sêneca.</p>
<p>Se férias e ócio se entrelaçam, a ambos não devem faltar as letras. Não se ocupa o tempo livre, que o termo ócio denota, com vacuidades. Vazio não enche vazio. Ao abrirmos brechas na vida de trabalho e de obrigações escolares, cabe-nos preenchê-las. Vale de todo ser humano a expressão latina de que horret vacuum – tem horror ao vazio.</p>
<p>A questão se impõe como ocupá-lo. Aí está o busílis do assunto. A cultura pós-moderna invade os silêncios com os sons. Criou inúmeros artefatos que batalham todo o tempo o ouvido e o cérebro da nova geração. Dorme ouvindo, acorda ouvindo. Não há pausa. Não há ócio. E então não cabem as letras do ler e do pensar. Só existe o ruído.</p>
<p>Vão sugestões para as férias. Cada dia encontrar no fluir das horas algum tempo para atividades altamente humanas e repousantes: Contemplação, leitura e conversas gratuitas. Às vezes, as três casam, quando lemos algo que nos arranca do livro, projeta-nos para a profundidade interior onde habitam as maiores belezas e terminamos na partilha.</p>
<p>A contemplação alimenta-se da memória. Ela carrega o passado na dupla faceta das experiências gratificantes como das dolorosas. Ambas nos permitem vivenciar a verdadeira humanidade que se constitui de alegrias e tristezas, de prazer e dor, de realizações e fracassos.</p>
<p>No ócio das férias faz bem reviver momentos de beleza do passado, revigorando-nos as energias. E as horas sombrias merecem também olhar de reconciliação com nós mesmos e com as fontes da dor. Tudo isso nos põe próximos dos outros humanos que vivem também experiências semelhantes. Nada nos desumaniza tanto quanto postar-nos como heróis, exceções, sobrenadando ao lado da fragilidade humana. A arrogância existencial destrói-nos o senso de humanidade.</p>
<p>A contemplação tranquila de nós mesmos e da própria vida serena-nos o coração nos tempos de silêncio do ócio das férias. Calar-se não significa tristeza nem incomunicabilidade. Mas refontização para melhorar as relações.</p>
<p>Dois outros espaços abrem-se-nos nas férias. Entregar-nos a leituras que nos imerjam na realidade. E lá nos encontramos retratados. Passeamos por paragens maravilhosas. Some-se a esses voos pelo mundo fascinante da literatura o cultivo das relações pessoais em conversas gratuitas e leves. Como nos enriquecemos ao tagarelar com amigos e ouvir deles as belezas do universo dos livros. Assim o ócio deixa de ser vazio para plenificar-nos a anima e o ânimo.</p>
<p><em><strong>Pe. João Batista Libânio, SJ (in memorian)</strong></em></p>
<p>O ano gira na dobradiça das férias. Associam-se a tal tempo divertimento, descanso, passeio, viagens. Interrompemos as atividades laborais ou escolares para entregar-nos ao ócio. O termo conserva em Latim tom positivo. Aqueles, que terminavam honradamente as tarefas impositivas da vida, à guisa do aposentado de hoje, os romanos reconheciam gozar do otium cum dignitate. E viam em tal fase da vida a excelente oportunidade para dedicar-se às letras. “O ócio sem letras é como a morte e a sepultura do homem vivo”, pontifica Sêneca.Se férias e ócio se entrelaçam, a ambos não devem faltar as letras. Não se ocupa o tempo livre, que o termo ócio denota, com vacuidades. Vazio não enche vazio. Ao abrirmos brechas na vida de trabalho e de obrigações escolares, cabe-nos preenchê-las. Vale de todo ser humano a expressão latina de que horret vacuum – tem horror ao vazio.A questão se impõe como ocupá-lo. Aí está o busílis do assunto. A cultura pós-moderna invade os silêncios com os sons. Criou inúmeros artefatos que batalham todo o tempo o ouvido e o cérebro da nova geração. Dorme ouvindo, acorda ouvindo. Não há pausa. Não há ócio. E então não cabem as letras do ler e do pensar. Só existe o ruído.Vão sugestões para as férias. Cada dia encontrar no fluir das horas algum tempo para atividades altamente humanas e repousantes: Contemplação, leitura e conversas gratuitas. Às vezes, as três casam, quando lemos algo que nos arranca do livro, projeta-nos para a profundidade interior onde habitam as maiores belezas e terminamos na partilha.A contemplação alimenta-se da memória. Ela carrega o passado na dupla faceta das experiências gratificantes como das dolorosas. Ambas nos permitem vivenciar a verdadeira humanidade que se constitui de alegrias e tristezas, de prazer e dor, de realizações e fracassos.No ócio das férias faz bem reviver momentos de beleza do passado, revigorando-nos as energias. E as horas sombrias merecem também olhar de reconciliação com nós mesmos e com as fontes da dor. Tudo isso nos põe próximos dos outros humanos que vivem também experiências semelhantes. Nada nos desumaniza tanto quanto postar-nos como heróis, exceções, sobrenadando ao lado da fragilidade humana. A arrogância existencial destrói-nos o senso de humanidade.A contemplação tranquila de nós mesmos e da própria vida serena-nos o coração nos tempos de silêncio do ócio das férias. Calar-se não significa tristeza nem incomunicabilidade. Mas refontização para melhorar as relações.Dois outros espaços abrem-se-nos nas férias. Entregar-nos a leituras que nos imerjam na realidade. E lá nos encontramos retratados. Passeamos por paragens maravilhosas. Some-se a esses voos pelo mundo fascinante da literatura o cultivo das relações pessoais em conversas gratuitas e leves. Como nos enriquecemos ao tagarelar com amigos e ouvir deles as belezas do universo dos livros. Assim o ócio deixa de ser vazio para plenificar-nos a anima e o ânimo.</p>
<p>Pe. João Batista Libânio, SJ (in memorian)</p>
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		<title>Partir do “Coração do  Evangelho”</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 12:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Julho - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de refletir sobre “Uma Igreja «em saída»” e sobre a “Conversão Pastoral”, o Papa Francisco na Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” procura mostrar-nos que a transformação missionária da Igreja só será possível....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1463" alt="catequese" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/07/catequese.jpg" width="250" height="289" />Depois de refletir sobre “Uma Igreja «em saída»” e sobre a “Conversão Pastoral”, o Papa Francisco na Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” procura mostrar-nos que a transformação missionária da Igreja só será possível a partir do coração do evangelho. O núcleo da reflexão do Santo Padre é este: devemos ter presente que o conjunto das verdades reveladas propostas pela Igreja tem um centro, uma espécie de Sol, em torno do qual gravitam todas as outras afirmações da fé e que a elas confere seu sentido pleno. Sem a compreensão desse centro – o coração do evangelho – muitos ensinamentos da Igreja, embora baseados na revelação, tornam-se incompreensíveis e desinteressantes para as pessoas insuficientemente iniciadas na vida cristã. A título de exemplo: quem não fez a experiência do amor de Deus pela humanidade, oferecido a nós em Cristo, não pode compreender o significado da indissolubilidade do matrimônio.</p>
<p>E é preciso retomar sempre o coração do evangelho para que não passemos a impressão de que muitos ensinamentos da Igreja são imposição de dogmas ou de preceitos que ferem a liberdade humana e se opõem ao desejo e ao direito de ser feliz. A propósito assim se expressa o papa: “O problema maior ocorre quando a mensagem que anunciamos parece então identificada com tais aspectos secundários, que, apesar de serem relevantes, por si sozinhos, não manifestam o coração da mensagem de Jesus Cristo. Portanto, convém ser realistas e não dar por suposto que os nossos interlocutores conhecem o horizonte completo daquilo que dizemos ou que eles podem relacionar o nosso discurso com o núcleo essencial do Evangelho que lhe confere sentido, beleza e fascínio”(n. 34).</p>
<p>“Quando se assume um objetivo pastoral e um estilo missionário, que chegue realmente a todos sem exceções nem exclusões, o anúncio concentra-se no essencial, no que é mais belo, mais importante, mais atraente e, ao mesmo tempo, mais necessário.”(n. 35) E mais adiante o Papa diz qual é o coração do evangelho: “Neste núcleo fundamental, o que sobressai é a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado.”(n.36). Quando no capítulo terceiro o Santo Padre trata do “Anúncio do Evangelho”, ele retoma de maneira mais clara qual é o coração do evangelho: “Voltamos a descobrir que também na catequese tem um papel fundamental o primeiro anúncio ou querigma, que deve ocupar o centro da atividade evangelizadora e de toda a tentativa de renovação eclesial.</p>
<p>O querigma é trinitário. É o fogo do Espírito que se dá sob a forma de línguas e nos faz crer em Jesus Cristo, que, com a sua morte e ressurreição, nos revela e comunica a misericórdia infinita do Pai. Na boca do catequista, volta a ressoar sempre o primeiro anúncio: «Jesus Cristo ama-te, deu a sua vida para te salvar, e agora vive contigo todos os dias para te iluminar, fortalecer, libertar». Ao designar-se como «primeiro» este anúncio, não significa que o mesmo se situa no início e que, em seguida, se esquece ou substitui por outros conteúdos que o superam; é o primeiro em sentido qualitativo, porque é o anúncio principal, aquele que sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese, em todas as suas etapas e momentos. Por isso, também «o sacerdote, como a Igreja, deve crescer na consciência da sua permanente necessidade de ser evangelizado». (n. 164). Traduzindo de forma prática a última frase desse trecho: Todos os dias eu devo de novo deixar ressoar em mim o coração do evangelho, o querigma. Sem essa volta às raízes o ensinamento da Igreja, sobretudo em matéria de moral, se torna um peso por não ser mais a resposta de amor que o discípulo deve dar a seu Senhor.</p>
<p>Aqui temos o maior desafio para a evangelização. Como, por ex.,oferecer uma catequese aos jovens que lhes penetre a vida se esses jovens não foram tocados pelo pessoa de Cristo a ponto de sentirem fome e sede de sua palavra? Sem a experiência do coração do evangelho, o conjunto das verdades da fé e dos preceitos morais do decálogo parecerão uma imposição vinda de fora e não valores que abrem caminho para uma vida humana digna e mais feliz. Finalizo este artigo com a palavra do Papa Francisco: “O Evangelho convida, antes de tudo, a responder a Deus que nos ama e salva, reconhecendo-O nos outros e saindo de nós mesmos para procurar o bem de todos&#8230;Se tal convite não refulge com vigor e fascínio, o edifício moral da Igreja corre o risco de se tornar um castelo de cartas (papel), sendo este o nosso pior perigo; é que, então, não estaremos propriamente a anunciar o Evangelho, mas algumas acentuações doutrinais ou morais, que derivam de certas opções ideológicas. A mensagem correrá o risco de perder o seu frescor e já não ter «o perfume do Evangelho»”(n.39).</p>
<p><em><strong>Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues &#8211; Arcebispo de Sorocaba (SP)</strong></em></p>
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