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	<title>Revista de Nossa Senhora &#187; Março &#8211; 2014</title>
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	<description>Revista de Nossa Senhora</description>
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		<title>Edição de Março de 2014</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 17:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Março - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1384 alignleft" alt="capa-aprovado" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/02/capa-aprovado.jpg" width="240" height="324" /></p>
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		<title>Questão de amor aceito</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 17:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Março - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Acreditar em Deus e no seu amor infinito, experimentá-lo como quem o prova aos poucos e, em retribuição, amá-lo com o maior amor humano possível, às vezes, com a decisão de renunciar até ao mais bonito amor humano.. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignright size-full wp-image-1377" alt="1131297_70651567" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/02/1131297_70651567.jpg" width="350" height="291" />Acreditar em Deus e no seu amor infinito, experimentá-lo como quem o prova aos poucos e, em retribuição, amá-lo com o maior amor humano possível, às vezes, com a decisão de renunciar até ao mais bonito amor humano.. </em></p>
<p><em>Encontrar uma pessoa e amá-la com um amor gentil e sem reservas, conseguir amá-la sem adorá-la e, mesmo assim, saber que nela está quase tudo o que se buscou de bom neste mundo. </em></p>
<p><em>Santificar-se nesses amores e viver mais para os outros do que para si mesmo.</em></p>
<p><em>Passar estes amores a quem cruzar os nossos caminhos: eis o chamado da maioria dos mortais. </em></p>
<p><em>Feliz aquele que ama e se sente amado.</em></p>
<p><em>Feliz aquele que aceita não ser amado como gostaria, mas assim mesmo ama.</em></p>
<p><em>Feliz de quem, mesmo não tendo o amor que sonhou um dia encontrar, ama de maneira maiúscula e madura. </em></p>
<p><em>De tal ser humano pode-se dizer que se tornou pessoa. </em></p>
<p><strong>Pe. Zezinho, SCJ</strong></p>
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		<title>Batom nos paramentos</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 17:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Março - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia, ao vestir a túnica própria dos ministros, notei a mancha de batom na gola. O primeiro pensamento que me ocorreu é que estava diante de uma “novidade”]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1373" alt="Deep prayer" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Fotolia_57612554_Subscription_Monthly_XXL.jpg" width="350" height="233" />O primeiro pensamento que me  ocorreu é que estava diante  de uma “novidade”</strong></em></p>
<p>Em nossa comunidade paroquial, o pároco nomeou cinco ministros extraordinários da Palavra. São três mulheres e dois homens. Quando o sacerdote está ausente &#8211; pois tem várias tarefas na diocese e atende a outra comunidade distante, com a doença do pároco local -, cabe a nós, os ministros, exercer a função de moderadores das celebrações e fazer as reflexões sobre o Evangelho.</p>
<p>Outro dia, ao vestir a túnica própria dos ministros, notei a mancha de batom na gola. O primeiro pensamento que me ocorreu é que estava diante de uma “novidade”, uma possibilidade aberta pelo Concílio Vaticano II: a presença da mulher em ministérios supletivos da ação dos ministros ordenados.</p>
<p>De fato, o novo Código de Direito Canônico [1983], reformado após o Vaticano II, foi citado por João Paulo II em sua Encíclica sobre a “Vocação e Missão dos Leigos na Igreja e no mundo” [Christifideles Laici]: “Onde as necessidades da Igreja o aconselharem, por falta de ministros, os leigos, mesmo que não sejam leitores ou acólitos, podem suprir alguns ofícios, como os de exercer o ministério da Palavra, presidir às orações litúrgicas, conferir o Batismo e distribuir a Sagrada Comunhão”. (ChL, 23.)</p>
<p>Naturalmente, continuamos leigos. Como alerta a mesma Encíclica, “o que constitui o ministério não é a tarefa, mas a ordenação sacramental. Só o sacramento da Ordem confere ao ministro ordenado uma peculiar participação no ofício de Cristo, Chefe e Pastor, e no seu sacerdócio eterno”.</p>
<p>É verdade, ainda, que os fiéis preferem a presença do sacerdote; especialmente os mais idosos experimentam certa dificuldade diante de ministros leigos nas celebrações, ainda que só nos apresentemos ali como extensões, em caráter supletivo, do próprio ministério do sacerdote.</p>
<p>Voltando à mancha de batom (a gola é mesmo estreita e justifica os traços vermelhos&#8230;), o Papa João Paulo II falou à Igreja sobre a “presença e colaboração dos homens e das mulheres” (ChL, 52), lamentando a “presença demasiado fraca dos homens”. Devo citar por extenso o que ele escreveu:</p>
<p>“A razão fundamental que exige e explica a presença simultânea e a colaboração dos homens e das mulheres não é unicamente [...] a maior expressividade e eficácia da ação pastoral da Igreja; nem tampouco o simples dado sociológico de uma convivência humana que é naturalmente feita de homens e mulheres. É, sobretudo, o desígnio originário do Criador, que desde o ‘princípio’ quis o ser humano como ‘unidade a dois’, quis o homem e a mulher como primeira comunidade de pessoas, raiz de todas as outras comunidades e, simultaneamente, como ‘sinal’ daquela comunhão interpessoal de amor que constitui a misteriosa vida íntima de Deus Uno e Trino.”</p>
<p>Se as manchas vermelhas se repetirem na gola da “nossa” túnica, continuarei dando graças a Deus pela preciosa presença feminina em nossas comunidades.</p>
<p>Ademais, não me lembro de ter ouvido nenhuma queixa quando os paramentos de antanho tinham apenas manchas de cinza e o aroma típico dos cachimbos e dos cigarros.</p>
<p>Não sejamos machistas&#8230;</p>
<p><em><strong>Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança</strong></em></p>
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		<title>Onde Reencontrar a Beleza</title>
		<link>http://www.revistadenossasenhora.com.br/onde-reencontrar-a-beleza/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 17:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Março - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[A Beleza que procuramos, aquele lugar onde Deus brilha, deve ser um lugar verdadeiro. A arquitetura deve ser verdadeira. A liturgia deve ser verdadeira. Nós devemos ser verdadeiros.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1368" alt="Atualidade Liturgica-Pe. Michel" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Atualidade-Liturgica-Pe.-Michel.jpg" width="350" height="263" />Na Verdade “Arte é Beleza e a Beleza é o resplendor da Verdade, sem verdade, não há Arte.” Disse o arquiteto espanhol Antonio Gaudi.</p>
<p>A Beleza que procuramos, aquele lugar onde Deus brilha, deve ser um lugar verdadeiro. A arquitetura deve ser verdadeira. A liturgia deve ser verdadeira. Nós devemos ser verdadeiros.</p>
<p>Devemos buscar a verdade naquilo que nos é autêntico.</p>
<p>Procurar a verdade manifestada nas raízes religiosas das culturas locais, na nossa realidade concreta sem querer imitar outras culturas e outras realidades.</p>
<p>Para dar um exemplo, o Brasil tem uma grande quantidade de excelentes artistas de arte naïf; essa modalidade artística tem uma força extraordinária que vem de sua sinceridade e simplicidade.</p>
<p>No dicionário, naïf quer dizer aquilo que retrata simplesmente a verdade, a natureza, sem artifício, sem esforço; que é graciosamente inspirado pelo sentimento. No Brasil só existe um museu de arte naïf, localizado no Rio de Janeiro. Brasileiros não compram essa arte, só os estrangeiros a valorizam. Nós não</p>
<p>valorizamos nossa própria arte, nossa própria beleza, nossa verdade.</p>
<p>Devemos buscar a verdade na centralidade da liturgia.</p>
<p>Há um centro em nossa vida, na vida de nossa comunidade, na liturgia que celebramos, e no espaço onde celebramos? Há um eixo comum? Esse centro é coincidente?</p>
<p>Se o centro da nossa vida e da nossa liturgia não for o Mistério Pascal, o espaço o denuncia. Assim encontramos espaços onde o centro é a presidência, ou o padroeiro, ou Nossa Senhora, ou o sacrário, ou os arranjos florais, ou ainda o dízimo, mas não o Mistério Pascal.</p>
<p>A Igreja nos pede espaços que possibilitem a participação ativa dos fiéis. Já sabemos que a forma longitudinal não possibilita isso, não há como participarmos se não nos vemos, se só enxergamos as costas uns dos outros. Sabemos que a forma circular é ideal para a participação ativa. O círculo se dá a partir de um centro. Ele se desenvolve obrigatoriamente a partir de um centro. A liturgia gira em torno de um centro e é para esse centro que tudo converge.</p>
<p>Este centro é o Cristo. Devemos buscar a beleza na essência. E fugir da simples aparência.</p>
<p><em><strong>Pe. Michel dos Santos, MSC é vigário paroquial de N. Sra da Soledade em Delfim Moreira/MG</strong></em></p>
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		<title>A experiência da intimidade</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 17:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Março - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Fico imaginando quão grande e profunda foi a experiência do padre Júlio Chevalier com o amor de Deus. Uma experiência de amor desta dimensão só pode acontecer a partir da intimidade. Foi no contato íntimo com o Deus da vida que o padre Júlio Chevalier descobriu o Coração de seu Filho. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="size-full wp-image-1363 alignleft" alt="9662914625_c8035036e4_o" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/02/9662914625_c8035036e4_o.jpg" width="350" height="262" />Em nossa Congregação, Ninguém é hóspede casual, Ninguém é estrangeiro; Somos todos irmãos No único Coração de Cristo. <em>Pe. Júlio Chevalier, 1897</em></strong></p>
<p>Fico imaginando quão grande e profunda foi a experiência do padre Júlio Chevalier com o amor de Deus. Uma experiência de amor desta dimensão só pode acontecer a partir da intimidade. Foi no contato íntimo com o Deus da vida que o padre Júlio Chevalier descobriu o Coração de seu Filho. Jamais uma relação frágil e rasa geraria um coração disposto a se doar pelo bem dos outros.</p>
<p>A vivência profunda do mistério amoroso de Deus transcende o nível do romantismo e do sentimentalismo e impulsiona o homem a ir além. Júlio Chevalier percebeu que não bastava mais sentir-se amado por Deus, era necessário levar outras pessoas a fazerem a mesma experiência.</p>
<p>Penso que o nosso fundador sentia o Coração de Cristo como uma casa, um lar, uma morada, lugar de repouso e descanso. Era o ponto de chegada e também de partida. Como não poderia ser diferente, o Coração do Divino Filho se tornou para ele o centro de onde tudo se irradiava.</p>
<p>Lembro-me de que na casa de meus pais, no interior de Minas, a sala de estar precisava ficar sempre limpa e arrumada por causa das visitas, mas quando era uma pessoa próxima da família que chegava, logo era levada para a cozinha, muitas vezes entrava até mesmo pela porta dos fundos. Não tinha problema se a cozinha não estava bem organizada, aquela pessoa fazia parte da nossa intimidade.</p>
<p>A cozinha é um lugar de intimidade para uma família mineira, diz muito dos hábitos e das pessoas que moram ali, levar alguém para dentro era como dizer: “você é de casa”. Mas não era qualquer pessoa que chegava pelos fundos ou que entrava na casa inteira; minha mãe sabia muito bem quem fazia parte da nossa intimidade.</p>
<p>Penso que o padre Júlio descobriu isso, sei que ele descobriu no Coração de Cristo o lugar da intimidade. Todos quantos quiserem ir ao mais profundo de Cristo devem dirigir-se ao seu Coração. Lá é o lugar de onde emanam todas as graças, é também o lugar da aprendizagem.</p>
<p>Desta relação é que aprendi o que o nosso fundador quis ensinar ao dizer que em nossa Congregação ninguém é hóspede casual ou estrangeiro. Ele quis nos mostrar que, como homens do Coração de Cristo, somos levados a mostrar também o nosso coração. Por isso, acolher, receber bem, alegrar-nos com a presença de um irmão, faz parte do nosso carisma como ponto essencial, como pertença de algo vivido e que nos foi transmitido. E aqueles que se aproximam da intimidade MSC, da nossa cozinha, percebem quão frágeis somos nós, quanta humanidade há em cada um, mas percebem acima de tudo qual Coração queremos imitar.</p>
<p>Com o nosso coração simples, humano e acolhedor, queremos levar todas as pessoas à mesma experiência de amor e acolhida feita um dia pelo nosso fundador e que, como seus filhos, um dia também nós fizemos e que agora buscamos transmitir.</p>
<p><em><strong>Fr. Girley de Oliveira Reis, MSC é seminarista e cursa o 4º ano de Teologia na PUC/São Paulo-SP</strong></em></p>
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