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	<title>Revista de Nossa Senhora &#187; Setembro &#8211; 2014</title>
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	<description>Revista de Nossa Senhora</description>
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		<title>Se as igrejas se calarem</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 12:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Se as Igrejas se calarem, as Igrejas pecarão. Menores abandonados, crianças cheirando cola. Se as Igrejas não falarem, as Igrejas pecarão. Erotismo contra a infância, violência na TV.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignright size-full wp-image-1528" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/08/home4.jpg" alt="home4" width="250" height="318" />Se as Igrejas se calarem, as Igrejas pecarão.</em><br />
<em>Menores abandonados, crianças cheirando cola.</em></p>
<p><em>Se as Igrejas não falarem, as Igrejas pecarão.</em><br />
<em>Erotismo contra a infância, violência na TV.</em></p>
<p><em>Nudismo por toda parte, nas praias e nas novelas. Tortura, roubo e sequestro, </em><br />
<em>corrupção nos governos.</em></p>
<p><em>Gente sem terra e sem teto, crianças fora da escola. Hospitais desativados, doentes não atendidos.</em></p>
<p><em>Chacinas e genocídios, guerras por causa </em><br />
<em>de terra. Fanatismo religioso, religião </em><br />
<em>ferindo a outra.</em></p>
<p><em>Se as Igrejas se calarem, </em><br />
<em>as Igrejas pecarão.</em></p>
<p><em>Revistas de erotismo, na </em><br />
<em>mão de nossos meninos.</em></p>
<p><em>Trabalho escravo no campo, </em><br />
<em>salário quase de fome.</em></p>
<p><strong><em>Pe. Zezinho, SCJ</em></strong></p>
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		<title>Setembro de 2014</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 12:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft wp-image-1525 size-full" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/08/capa-setembro.jpg" alt="Revista Nossa Senhora - setembro - 14.indd" width="240" height="324" /></p>
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		<title>Milagres  Eucarísticos: Sena &#8211; Itália 1730</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 12:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Sena, Itália, o curioso é que o milagre acontece independente de uma pessoa pela sua incredulidade, mas por um ato de violência contra a fé.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1521" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/08/site3.jpg" alt="Kerkje in Welschnofen, Zuid-Tirol, Italië" width="350" height="233" />Em todo milagre eucarístico há um dado curioso. Uma curiosidade saudável já que os nossos olhos nunca ultrapassam o mistério de Deus. Em Sena, Itália, o curioso é que o milagre acontece independente de uma pessoa pela sua incredulidade, mas por um ato de violência contra a fé.</p>
<p>Narra-se que um grupo de ladrões rouba, em Sena, o cibório de prata onde ficavam reservadas as partículas consagradas. Dias depois as hóstias foram encontradas num cofre de esmolas de outra Igreja. Em reparação a este ato os fieis levam em procissão, precedidas pelo pároco, as hóstias roubadas e as depositam no sacrário. O que era para ser um simples ato de reparação transforma-se num milagre. Isso aconteceu no ano de 1730. Cinquenta anos depois, ao examinarem as hóstias consagradas percebeu-se que elas estavam intactas e com o mesmo frescor de quando haviam sido feitas.</p>
<p>A divulgação do fato fez com que a Igreja providenciasse uma análise mais apropriada por cientistas que constataram que o fato de conservação não tinha outra explicação a não ser um milagre. Para tanto foi providenciado um teste onde colocaram o mesmo número de partículas do referido milagre numa caixa fechada e dez anos depois a abriram. Só encontraram restos putrefatos e pequenas partículas amareladas</p>
<p>Tantos outros testes foram realizados e o mais importante deles foi em 1914, tendo participado um dos mais renomados cientistas da época, professor Siro Grimaldi, que após o exame das hóstias lançou um livro com o título Um cientista que adora explicando que a farinha é o grão que mais acolhe fungos e parasitas com mais rapidez e, no entanto, aqueles fragmentos de trigo estavam incorruptíveis.</p>
<p>A farinha, que pensamos ser um mero produto do trigo, após a consagração torna-se o verdadeiro corpo de Cristo. O Milagre Eucarístico é fonte de inspiração para que a nossa fé não se perca em dúvidas sem sentido. O que prevalece não é o trigo, mas o mistério que surge por detrás dele. É o Corpo de Cristo que se dá a cada um de nós. Sem tempo e sem reservas.</p>
<p><em><strong>Pe. Air José de Mendonça, MSC é pároco e reitor do Santuário de Nossa Senhora do Sagrado Coração, em Vila Formosa, São Paulo, SP.</strong></em></p>
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		<title>A arte da jardinagem</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 12:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte de jardinagem pede de nós três coisas. A primeira delas é o autoconhecimento. É necessário que nos debrucemos sobre o nosso mundo interno, antes de tudo para reconhecê-lo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1517" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/08/site2.jpg" alt="MINOLTA DIGITAL CAMERA" width="350" height="263" />Sophia de Mello Breyner escreveu: «Em todos os jardins hei de florir…». Acho que a podemos compreender bem, pois quem conhece minimamente o seu próprio coração sabe quanto ele se assemelha a um jardim. Por saber isso é que nos tornamos, claro está, nos primeiros interessados na peculiar arte de jardinagem que é o cuidado do nosso mundo interior. Há uma passagem bíblica, de um dos livros sapienciais, que traduz o que, a esse nível, nos cabe fazer. Diz assim: «Regarei as plantas do meu jardim e saciarei de água os meus canteiros» (Eclo 24,30).</p>
<p>A arte de jardinagem pede de nós três coisas. A primeira delas é o autoconhecimento. É necessário que nos debrucemos sobre o nosso mundo interno, antes de tudo para reconhecê-lo. Lembro-me de uma pergunta de Marguerite Yourcenar: «Quem pode haver tão insensato que se deixe morrer sem ter dado, pelo menos uma volta à sua prisão?». Se isto é verdade, em relação aos nossos limites (à nossa prisão), quanto mais em relação à nossa alma. Vivemos na época da grande mobilidade. A paisagem encheu-se de aeroportos, estações, vias rápidas. Não sei, contudo, se nos tornou mais disponíveis para essa que é a grande viagem: a descida ao íntimo do coração. Às vezes a sensação é que nos tornamos estrangeiros de nós próprios.</p>
<p>A segunda tarefa desta arte de jardinagem é, chamemos-lhe assim, uma solicitude ativa. O «principezinho», o irrequieto alter-ego de Saint-Exupéry, ajuda-nos a concretizar isto de que falamos. É a propósito dos embondeiros. Cito: «No planeta do principezinho, havia como em todos os planetas, ervas boas e ervas daninhas. E por conseguinte boas sementes de ervas boas e más sementes de ervas daninhas. Mas as sementes são invisíveis. Dormem no segredo da terra até que uma delas se lembra de despertar&#8230; Se se trata de um rebento de rabanete ou de roseira, podemos deixá-lo crescer à vontade. Mas no caso de se tratar de uma planta daninha, é necessário arrancá-la imediatamente mal formos capazes de a reconhecer. Ora, existiam sementes terríveis no planeta do principezinho&#8230; eram as sementes dos embondeiros. O solo do planeta estava infestado delas. Se não arrancarmos o embondeiro a tempo nunca mais nos conseguimos desembaraçar dele. Atravanca o planeta todo».</p>
<p>A terceira etapa da nossa arte interior é o florescer. Não podemos estar a vida inteira em busca de conhecimento, mesmo se um bom quinhão de teoria não faça mal a ninguém. Nem podemos ficar apenas pela enérgica sacudidela do pó que se amontoa e torna tudo ilegível. Há estações interiores em que só nos falta isto: florir. Também aqui aprendamos dos jardins alguma sabedoria. As flores, por exemplo, não nascem apenas nos canteiros demarcados. Também acontece (e às mais belas) brotarem à beira dos caminhos ou fora de tempo. Numa das inesquecíveis passagens diarísticas de Raul Brandão ele conta o seguinte: ainda hoje recordo «aquela laranjeira que, de velha e tonta, deu flor no inverno em que secou».</p>
<p>(Obs.: Catequista é também jardineiro que ajuda o catequizando a conhecer o próprio coração&#8230;)</p>
<p><em><strong> Pe. José Tolentino Mendonça, teólogo e poeta</strong></em></p>
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		<title>Comunidades novas: Leigos em ação</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 12:11:06 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro - 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Volta e meia faço contato com pessoas descontentes com a Igreja. Quando pergunto o motivo, relatam as mazelas de sua paróquia. Sempre respondo com as mesmas palavras:  “A Igreja é maior que sua paróquia”.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1511" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/2014/08/site1.jpg" alt="site1" width="350" height="263" />Volta e meia faço contato com pessoas descontentes com a Igreja. Quando pergunto o motivo, relatam as mazelas de sua paróquia. Sempre respondo com as mesmas palavras: “A Igreja é maior que sua paróquia”.</p>
<p>Este ponto me parece da maior importância: se confundo a Igreja com o espaço geográfico de minha paróquia, posso de fato ficar desanimado. Se, ao contrário, alargo o campo de minha observação, vejo os hospitais mantidos por freiras, as creches, escolas, orfanatos, clubes de mães, centros sociais animados por congregações e ordens religiosas – todos eles sinais de uma Igreja viva e a serviço dos mais pobres.</p>
<p>E se estes “sinais” de vida não bastarem, é tempo de abrir os olhos para uma grande “novidade” da Igreja: as Comunidades Novas. A primeira delas foram os Foyers de Charité, inspirados já na década de 1930 a uma leiga francesa – Marthe Robin – com a cooperação de um sacerdote – o Pe. Georges Finet. Os Foyers de Charité são comunidades de leigos que formam uma família, tendo Nossa Senhora como mãe e um sacerdote como pai.</p>
<p>Jesus revelou a Marthe seu desígnio de criar comunidades de leigos como parte de um &#8220;novo Pentecostes de amor”. Curiosamente, a oração redigida por João XXIII para a preparação do Concílio Vaticano II, em 1959, trazia a mesma expressão: “novo Pentecostes”. Em seus primeiros contatos com o Pe. Finet, Marthe acentuou o papel preponderante a ser exercido pelos leigos na renovação da Igreja.</p>
<p>Logo após o Vaticano II, começaram a “pipocar”, aqui e ali, sempre em maior número e com variados carismas, as Comunidades Novas, que o Documento de Aparecida avalia como “um dom do Espírito Santo para a Igreja” (DA, 311). Ali, “os fiéis encontram a possibilidade de se formar cristãmente, crescer e comprometer-se apostolicamente até ser verdadeiros discípulos missionários” (Ibid).</p>
<p>E ainda: “Os movimentos e novas comunidades constituem valiosa contribuição na realização da Igreja particular. Por sua própria natureza, expressam a dimensão carismática da Igreja”.(DA, 312).</p>
<p>As Comunidades Novas surgem nos mais variados ambientes: uma faculdade de artes (Nova Aliança, São Paulo), uma universidade federal (Pequena Via, Viçosa, MG), uma paróquia de periferia (Aliança de Misericórdia, São Paulo), uma lanchonete (Com. Shalom, Fortaleza, CE). O carisma de fundação pode ser dos mais variados, passando da evangelização pelos meios de comunicação (Canção Nova) até a obediência à Igreja (Nova Aliança, BH) e a acolhida em família de deficientes físicos e mentais (Arca, de Jean Vanier; Jesus Menino, de Tonio, Petrópolis).</p>
<p>Exemplo notável dessas associações de leigos é a Comunidade Aliança de Misericórdia: em sete anos de existência, já reunira 300 rapazes e moças que deixaram família, trabalho e estudos para seguir a missão que lhes era apresentada pelos fundadores, os missionários italianos Pe. Antonello e Pe. João Henrique.</p>
<p>A comunidade assim se apresenta em seu site: “A Aliança de Misericórdia se insere em todos os ‘bolsões’ de pobreza, e aí busca libertar as pessoas de toda estrutura de pecado e miséria em que se encontra. Dentre os trabalhos que desenvolvemos, temos: 23 casas de acolhida para moradores de rua e dependentes químicos; 450 acolhidos; 4 centros de assistência à população de rua, sendo atendidos 18.300 moradores de rua por mês; 340 crianças atendidas em 3 creches; 2 milhões e 160 mil refeições distribuídas todo ano; 36 centros de evangelização no Brasil e 2 no exterior, evangelizando cerca de 100 mil pessoas por ano no Brasil, e 24 mil no exterior; evangelização nos presídios, Fundação CASA, garotas de programas, além de retiros querigmáticos para jovens, casais, crianças”.</p>
<p>Caro paroquiano, seja gentil e procure ampliar os seus olhares. Um abraço.</p>
<p><em><strong>Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança</strong></em></p>
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