Revista de Nossa Senhora
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VAMOS CONVERSAR . . .

Publicado em 1 de dezembro de 2011 / Capa > Dezembro - 2011 > Edições >

Mais uma vez, pedimos licença para entrar em sua casa e oferecer-lhe alguns subsídios para o crescimento na fé.

A nossa Revista de Nossa Senhora, – RNS – é nosso aparelho de conversa. E por falar em fé, Padre Zezinho, alma de apologeta, está sempre embasando nossa crença nas verdades que herdamos de nossa mãe, a Igreja, transmitidas por nossos maiores.

Vez por outra, ele cita um diálogo ou discussão com algum evangélico. Ecumenismo é isso, é dialogar com respeito com aqueles que pensam diferente, mas sem abrir mão de nossas convicções. Nossa página “Pode Perguntar” também vai nessa linha, procurando responder às perguntas de nossos consulentes.

Nossa fé é um tesouro que carregamos em vasos de barro, frágeis como nossa natureza, sempre exposta às seduções do erro. Mês passado, celebrando Finados e Todos os Santos, exercitamos nossa fé na chamada Comunhão dos Santos, participação na mesma missão, a missão de Cristo. Trata-se do mistério que professamos todas as vezes que recitamos o Credo, síntese das verdades principais de nossa fé. Padre Paulo Roberto discorre sobre esse tema, lembrando o intercâmbio, a intercomunicação que deve haver entre nós que ainda peregrinamos, aqueles que ainda se purificam e nossos irmãos e irmãs que estão na glória.

E porque estamos no mês da natividade do Senhor, você não pode deixar de rezar a página de Espiritualidade, de D. Agenor Girardi, comentando o Prólogo do evangelho de João, aquele trecho bonito e substancioso que antigamente era lido em todas as missas, antes da bênção final. A Palavra que se faz Carne é o próprio Filho de Deus, a luz suprema que ilumina a consciência humana. Ele veio morar no meio de nós, quis ser alguém de nossa raça, em tudo igual a nós, menos o pecado.

Caro leitor, veja também o texto sobre o Coração de Jesus, a página sobre Liturgia, o testemunho de nossos missionários na Amazônia e no Equador e, – surpresa, – as palavras de ternura que o famoso ateu, Jean Paul Sartre, põe na boca de Maria, tendo ao colo seu filho Jesus. Aliás, esse autor, num de seus livros, nostálgico, confessa que, católico na infância, se não tivesse perdido a fé, ele teria feito uma bela caminhada com Deus …

Pois bem, a mesa está posta, sirva-se! 

A REDAÇÃO

 

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