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	<title>Revista de Nossa Senhora &#187; Dezembro &#8211; 2010</title>
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		<title>Pra começo de conversa</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 02:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dezembro - 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[Com Maria e José vamos acolher o Menino da manjedoura, o Emanuel, Deus Conosco.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-266" title="presepio" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/presepio.jpg" alt="" width="250" height="188" />Dezembro, é Natal outra vez.</strong></p>
<p>Com Maria e José vamos acolher o Menino da manjedoura, o Emanuel, Deus Conosco. É o tema que perpassa as páginas de nossa revista, como lemos na coluna sobre Maria, assinada pelo Padre Bertasi, onde o filho primogênito,  no presépio,  é a imagem mais eloquente da bem-aventurança dos pobres. Esse Deus vem com poder, atributo divino cuja descrição podemos apreciar na página de Catequese, do Padre Paulo Roberto: o Deus que é pobre, que é amor e misericórdia.</p>
<p>Na Página Missionária, Padre Antônio Carlos Meira nos conta detalhes curiosos da devoção aos santos, por ocasião de sua estada em  Chiapas, no México, para participar de um congresso de Antropologia.</p>
<p>Na Amazônia, nosso jovem missionário, Padre Reuberson, narra fatos pitorescos de sua experiência de itinerância, evangelizando nossos irmãos indígenas às margens do rio Negro.</p>
<p>No capítulo Espiritualidade, na apreciada coluna do Padre Agenor Girardi, aprendemos o que vem a ser a verdadeira liderança, que é feita de sabedoria, maturidade, sobriedade e modéstia.</p>
<p>Caro leitor, não para aí a variedade de artigos de nossa Revista de Nossa Senhora: tem a página sempre esperada do Padre Zezinho, tem o Santuário em seu Lar, Notícias da Igreja e um interessante artigo da palavra do Padre Alex, “ A Era dos Extremos”, baseado em obra de Erick Hobsbawn, mostrando os contrastes do século XX (guerras e alta tecnologia) e como essas fases cíclicas poderão se repetir no terceiro milênio. E tudo isto,  sem falar do santuário da Agonia, em Itajubá, Liturgia, Pode Perguntar, Testemunhos e muito mais.</p>
<p>Como você pode perceber, muitas mãos ajudaram a preparar pra você essa bela edição natalina.</p>
<p>Faça uma proveitosa leitura. Que o Menino Deus nasça em seu coração e no coração de todos os seus.</p>
<p><strong>UM SANTO E FELIZ NATAL !</strong></p>
<p><em><strong> A Redação.</strong></em></p>
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		<title>O exercício da liderança</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 02:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dezembro - 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[A virtude da sabedoria: - A primeira condição para exercer bem a liderança é ter a sabedoria de coração. Tal sabedoria não provém apenas do grau acadêmico, do estudo adquirido.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-254" title="Ovelha embaixo de árvore perto de Dorset, Inglaterra." src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/espiritualidadedois.jpg" alt="" width="250" height="188" />A tarefa de liderança pressupõe maturidade espiritual e humano-afetiva. O verdadeiro líder precisa ser amadurecido pela chuva e pelo sol e ter sido entregue às provações da vida.</strong></p>
<p><em><strong>Texto: Pe. Agenor Girardi, mSC</strong></em></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="color: #333399;"><strong>A capacidade de liderar:</strong></span> </span>- A tarefa de liderar outras pessoas tem como base a capacidade de saber lidar consigo mesmo em primeiro lugar. Quem não aprendeu a lidar consigo mesmo não está preparado para lidar com outras pessoas. Tal pessoa tem que saber lidar em primeiro lugar com seus pensamentos e sentimentos, com suas necessidades e paixões. Sem princípios humanos e éticos, não é possível exercer dignamente a liderança. Caso contrário,  vai misturar sua tarefa de liderança com suas necessidades não resolvidas. E suas paixões reprimidas acabam determinando suas emoções. Quanto tempo  perdido por causa de inveja e rivalidade, por causa de agressões recalcadas e imaturidade da liderança que está à frente de uma comunidade. Quem assume um cargo de liderança deve passar em primeiro lugar por este treinamento de si mesmo.</p>
<p><span style="color: #333399;"><strong>A virtude da sabedoria:</strong> </span>- A primeira condição para exercer bem a liderança é ter a sabedoria de coração. Tal sabedoria não provém apenas do grau acadêmico, do estudo adquirido. A pessoa sábia é sensata e sabe ponderar as questões envolventes. Na língua latina temos a palavra “sapiens” e tem o sentido de experimentar, saborear, ter entendimento e compreensão. Somente quem experimenta as coisas como elas são, se tornará sábio. A sabedoria está ligada com a experiência de vida. Mas não se trata apenas de um saber exterior, mas sim da sensibilidade interna. Sábio é aquele que tem senso prático e fineza no trato com as pessoas. Ser pessoa é tratar o outro como pessoa.</p>
<p><strong><span style="color: #333399;">A liderança supõe maturidade:</span></strong> &#8211; A tarefa de liderança pressupõe maturidade espiritual e humano-afetiva. O verdadeiro líder precisa ser amadurecido pela chuva e pelo sol e ter sido entregue às provações da vida. Somente assim tal pessoa pode ser apreciada por aqueles os quais deve liderar. Quando a pessoa soube enfrentar o calor do dia e a escuridão da noite, a rejeição do mundo e a crítica adversa, a semente que traz dentro de si, vai se transformando lentamente. Os critérios da maturidade humana passam a ser a paz interior, a serenidade e a integração  com sua própria pessoa e com os demais. Aquele que está em contato com seu centro, não se deixa abalar facilmente e nem ser levado pelas adversidades.</p>
<p><strong><span style="color: #333399;">A sobriedade:</span></strong> &#8211; É uma característica da liderança. Na língua latina a palavra “sobrius” significa não estar embriagado, mas tem também o sentido de não perder o controle de seu cargo. É cultivar a virtude da temperança, tão necessária em todos os tempos e circunstâncias. É estar sóbrio e não se deixar dominar pelos desejos. A pessoa sóbria é imparcial nos seus julgamentos e decisões. Sabe avaliar as coisas de forma objetiva e não se deixa levar pelas emoções do momento. A pessoa imparcial é uma pessoa amadurecida espiritualmente. Muitas pessoas não percebem as coisas como realmente são, mas somente através de suas necessidades reprimidas, de suas emoções, de seus medos e desconfiança.</p>
<p><strong><span style="color: #333399;">A modésti</span></strong><em><strong><img class="alignleft size-full wp-image-257" title="espiritualidadeum" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/espiritualidadeum.jpg" alt="" width="250" height="188" /></strong></em><strong><span style="color: #333399;">a:</span></strong> &#8211; É outra característica de uma liderança amadurecida. A maneira como comemos diz muito sobre a nossa relação com as pessoas e conosco mesmos. Durante o ato de comer, muitas vezes torna-se claro que existe um “animal voraz” em nosso interior. Nós simplesmente devoramos os alimentos. Quem realmente saboreia os alimentos, nunca comerá muito, mas vai aprender a saborear os alimentos como dádivas de Deus. Quem apenas devora o que come, nunca vai estar em harmonia consigo mesmo. Aquele que come de forma voraz também vai “devorar” as pessoas e se aproveitará delas. Tal pessoa fará uso de tudo somente para si mesmo. Da mesma forma, será alguém ganancioso por dinheiro e tenderá a aumentar sempre suas posses e seu poder dominador. Esta pessoa vai utilizar todos os meios apenas para aumentar seu  prazer, em vez de</p>
<p>servir aos outros no  exercício da liderança. Não se importa com o bem comum, mas apenas com suas próprias necessidades desmedidas. Tal pessoa pode engolir muitas coisas e nunca ficar satisfeita. Contaminará seus colaboradores com sua insatisfação. Será cega aos deveres de liderança no serviço e amor à sua comunidade.</p>
<p><em><strong>Pe. Agenor Girardi, mSC é Pároco da Paróquia São José em Francisco Beltrão,PR. Escreve regularmente para diversos periódicos ligados a Vida Religiosa Consagrada.</strong></em></p>
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		<title>E Ela deu à luz o seu Filho primogênito</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 02:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dezembro - 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Edições]]></category>

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		<description><![CDATA[César Augusto, imperador de Roma, ordenou que todos fizessem o recenseamento em sua cidade natal. Desejava saber quantos súditos tinha para cobrar os impostos que sustentavam o império.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-262" title="maria" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/maria1.jpg" alt="" width="250" height="218" />M</strong><strong>aria e José testemunharam-nos a grande verdade de que só Deus basta. Nas horas amargas daquela noite, na solidão e no desprezo dos grandes, havia a certeza de que Deus estava ali.</strong></p>
<p><em><strong>Texto: Pe. José Roberto Bertasi, mSC</strong></em></p>
<p>Enquanto aí estavam, completaram-se os dias para o parto, e ela deu à luz o seu Filho primogênito. Envolveu-o em faixas e reclinou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eleshospedaria” (Lc 2, 6-7).</p>
<p>César Augusto, imperador de Roma, ordenou que todos fizessem o recenseamento em sua cidade natal. Desejava saber quantos súditos tinha para cobrar os impostos que sustentavam o império. José e Maria foram até Belém. Ela estava grávida. Chegara o momento culminante, decisivo para toda a humanidade. Anuncia-se a vinda do Reino de Deus na força da pobreza. Nessa hora histórica, Maria e José vivem com muita intensidade o êxodo, a peregrinação. O Filho de Deus deve nascer como peregrino e na periferia de Belém, porque não havia lugar para seus pais no centro de Belém. Na escuridão da noite, o pobre casal abriga-se sob o teto de uma estrebaria. Na simplicidade e na pobreza de um estábulo, mas ricos na fé e no amor, Maria e José vivem esse momento de extrema importância para a história humana. A extrema pobreza tem o seu significado: nada deve desviar o olhar daquele que é tudo para nós, do maior presente do Pai para toda a humanidade e para toda a criação. Jesus, deitado na pobre manjedoura, é a criança mais esperada do mundo; a ele pertence todo o amor do Pai. A criança reclinada no presépio é o Príncipe da Paz, é o Rei dos reis.</p>
<p>Este momento revela-nos o verdadeiro sentido da bem-aventurança dos pobres. Maria e José testemunharam-nos a grande verdade de que só Deus basta. Nas horas amargas daquela noite, na solidão e no desprezo dos grandes, havia a certeza de que Deus estava ali. Presença amorosa e consoladora. Que mais poderiam desejar do que ver e conhecer aquele a quem Deus deu um nome insuperável, nome de Filho bem-amado, que podemos chamar de Jesus, Salvador, Deus conosco?</p>
<p>Jesus é chamado o Primogênito de Maria. É o Primogênito da criação. Por ele, o Verbo eterno do Pai, foram criadas todas as coisas, e tudo foi criado para ele, que vem ao mundo como verdadeira luz e vida. Sua alegria será levar a Boa Nova a muitos, para que possam com ele invocar a Deus e chamá-lo de Pai. É o Primogênito de Maria, mãe de todos nós, irmãs e irmãos dele.</p>
<p>O texto de Lucas mostra o anjo se revelando aos pastores, que ficaram envolvidos pela glória de Deus. São pastores, gente simples, não são comerciantes, escribas, letrados, líderes. São gente comum do povo. Nessa época, a profissão de pastor não era bem vista. Lucas apresenta os pastores de maneira simpática. Já nos acostumamos com esses relatos dos fatos do Natal que nem imaginamos o quanto eles podem ser questionadores. Essas pessoas que são as destinatárias da revelação evangélica possivelmente hoje corresponderiam a grupos que nossa sociedade não consideraria dignos de tal destaque. Deus escolhe os simples para mostrar que seus critérios são bem outros. De certa forma, nos convida a aprender com aqueles que nem costumamos ouvir porque pensamos que sabemos ou merecemos mais. Os pastores foram os primeiros a acolher o anúncio do nascimento do Menino Deus.</p>
<p>A alegria pelo nascimento do Deus Menino é para todo o povo. Se Deus escolheu os pastores como primeiros mensageiros, ele não exclui ninguém. Se alguém se exclui é por conta própria, não por escolha de Deus que quer que todos se salvem e descubram o caminho da justiça, da fraternidade, da caridade.</p>
<p>O sinal apontado pelo anjo combina com a simplicidade dos outros. Os pastores não são convidados a ir ao encontro de um majestoso senhor, de um chefe guerreiro. O sinal é exatamente aquela situação em que  somos todos iguais: um menino que acaba de nascer, envolto em faixas.</p>
<p>Diante do mistério do Natal, invoquemos Maria como filhos afetuosos. Diante de Deus, Pai santo, nós nos ajoelhamos e louvamos seus desígnios. Adoramos o Primogênito de Maria como seu Filho único. Nele podemos invocar Deus, nosso Pai. Louvemos nosso Deus, pelo modo maravilhoso com que revelou seu amor paterno, dando-nos Jesus como irmão e Maria como mãe. Com Maria, rejubilamo-nos, vendo a grandeza do amor do nosso Deus. Pedimos que o Espírito Santo nos torne gratos, para que glorifiquemos com Jesus e Maria o excelso nome de Deus.</p>
<p>Lembremo-nos, também, da alegria de Maria naquela hora. As dores do parto, a insegurança do êxodo e a pobreza do estábulo são apenas o pano de fundo da sua alegria e gratidão.</p>
<p>Maria não tem outra riqueza além do seu Primogênito, e nenhuma outra esperança senão ver-nos como seus filhos e irmãos. A alegria de Maria é que encontremos nossa esperança e nossa alegria em Jesus, o Emanuel. Procuremos nele a nossa salvação e nos confiemos a ele.</p>
<p><em><strong>Pe. José Roberto Bertasi, mSC é Reitor do Santuário de Nossa Senhora Aparecida do Sul, em Itapetininga, SP.</strong></em></p>
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