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	<title>Revista de Nossa Senhora &#187; Agosto &#8211; 2011</title>
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		<title>RESPEITO, MINORIAS E MAIORIAS</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 03:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tema é candente e é de direitos humanos. Aplaudimos todas as iniciativas, se necessário também as coercitivas, contra o desrespeito à mulher, às crianças, aos negros, aos indígenas, aos homossexuais, aos judeus, aos muçulmanos e a todas as minorias; sobretudo contra palavras, piadas, notícias tendenciosas e gestos que criem preconceitos,]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><img class="alignleft size-full wp-image-462" title="pe.zezinho" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/pe.zezinho.jpg" alt="" width="300" height="199" />Texto: Pe. Zezinho, SCJ</strong></em></p>
<p>O tema é candente e é de direitos humanos. Aplaudimos todas as iniciativas, se necessário também as coercitivas, contra o desrespeito à mulher, às crianças, aos negros, aos indígenas, aos homossexuais, aos judeus, aos muçulmanos e a todas as minorias; sobretudo contra palavras, piadas, notícias tendenciosas e gestos que criem preconceitos, conceitos deturpados, julgamentos precipitados, desinformação, mentira e violência contra qualquer pessoa ou grupo de pessoas.</p>
<p>Não é este o espírito da coisa? De fato, incomoda ver alguém ridicularizando um gay, um negro, um judeu, um muçulmano, um índio de maneira a inferiorizá-los. Indivíduos e grupos estão reagindo em nome do politicamente correto. E fazem bem em defender-se. Denúncias, só com os dados concretos na mão e nunca de maneira generalizada, como se todos os negros, todos os gays, todos os índios, todos os muçulmanos, ou todos os judeus agissem daquela forma.</p>
<p>Vejo, porém, que nós, declarados cristãos, católicos e evangélicos que somos maioria neste país, num percentual que beira os 90%,  não temos tido o mesmo tratamento. São frequentes os artigos, as indiretas, as invectivas, as piadas, as insinuações contra o papa e os bispos, e até as diatribes em colunas de jornais e revistas contra nós, quando defendemos alguma posição antagônica a quem, -diga-se de passagem- defende as minorias.</p>
<p>Contra as minorias não pode, mas contra a maioria pode? Contra o Governo pode porque é governo e contra as minorias não, pode porque são minoria? Ou contra o Governo não pode, porque é governo, mas pode contra ONGs ou minorias incômodas? Contra as grandes religiões, que são maioria pode, mas não pode contra as minoritárias? Podem generalizar contra padres e pastores, mas não podem generalizar contra rabinos e aiatolás ou gays?</p>
<p>Estamos de acordo. Não se deve ridicularizar o Congresso, que é minoria forte, mas minoria. Fale-se do congressista que errou ou dos congressistas que erraram, mas não do Congresso. Fale-se de alguém da minoria que errou e sem perder o respeito, apesar do seu erro, mas não se incluam  todos os do seu grupo.</p>
<p>As leis existem. Vejo que os que apoiam os nazistas ou os terroristas são punidos ou silenciados e que os articulistas são cuidadosos ao falar das minorias. E isto é correto. Mas não vejo o mesmo cuidado em algumas colunas de periódicos, nem em reportagens inflamadas contra a Igreja da qual faço parte ou contra os outros cristãos. Nesse caso parece que pode. Alguma Geni precisa sobrar para que possam jogar aquilo nela!</p>
<p>Preconceito, contra pequenos ou grandes, continua preconceito. Reveja-se a prática. Como está, parece que atirar pedras contra os católicos, contra o Vaticano, contra os americanos, contra o Congresso, contra este ou aquele partido pode, mas contra os da lista dos intocáveis, não! Talvez fosse conveniente estampar uma lista nos metrôs e aeroportos, dizendo contra quem é proibido tecer críticas e até graves ofensas e contra quem é democraticamente permitido&#8230; Ao que tudo indica, a lista já existe e funciona no estilo “paulada nesses! pega leve com aqueles”&#8230;</p>
<p><em><strong>Pe. Zezinho, SCJ é músico e escritor.  Tem aproximadamente 80 livros publicados e mais de 115 álbuns musicais.</strong></em></p>
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		<title>Subiu aos CÉUS e está sentado à direita de DEUS</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[claudete@jotac]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao professarmos nossa fé na ressurreição de Jesus, afirmamos sua subida aos céus. Trata-se de uma forma de expressar sua entrada na plenitude do Pai, na Glória, como o vencedor da morte, do mal e do pecado.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><img class="alignleft size-full wp-image-457" title="catequese2" src="http://www.revistadenossasenhora.com.br/wp-content/uploads/catequese2.jpg" alt="" width="250" height="168" />Texto: Pe. Paulo Roberto Gomes, mSC</strong></em></p>
<p>Ao professarmos nossa fé na ressurreição de Jesus, afirmamos sua subida aos céus. Trata-se de uma forma de expressar sua entrada na plenitude do Pai, na Glória, como o vencedor da morte, do mal e do pecado. O céu é Deus, enquanto plenitude da felicidade e da salvação. Não é um lugar físico-espacial, pois estamos falando de realidades que ultrapassam o tempo e o espaço.</p>
<p>Aquele que desceu aos infernos da rejeição humana e da humilhação, cuja violência e agressividade foram descarregadas sobre Ele, pelas autoridades do seu tempo, incomodadas com as mudanças propostas, é reabilitado e confirmado pelo Pai. O Verbo que habitava junto a Deus e  se fez homem (Cf. Jo 1,1-18), depois de cumprir sua missão e nos mostrar o caminho que devemos trilhar, retorna para o Senhor. Ele mesmo havia dito “ninguém subiu ao céu a não ser aquele que desceu do céu” (Jo 3,13).</p>
<p>A ressurreição de Jesus e sua entronização na Glória do Pai nos fazem compreender o nosso destino, como Ele, se vivermos nossa missão, trilharmos os seus passos e soubermos dar sentido à nossa vida, saberemos dar sentido para nossa morte. Aguardamos nossa futura ressurreição como nova criação, transformação desse corpo perecível num corpo glorioso.</p>
<p>A “subida aos céus e o estar sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso” afirma claramente a identidade desse inocente, pobre e justo que sempre se colocou ao lado dos oprimidos e excluídos. Mostra o Deus já revelado no Antigo Testamento como o Deus de Amor e Misericórdia, capaz de dar-nos seu Filho, não obstante nossa ingratidão e rejeição.</p>
<p>A partir da ressurreição e glorificação, Jesus vive e habita o universo. Faz-se presente como o Vivente na Palavra proclamada, na comunidade reunida, em cada pessoa, no ministro seu servidor, no pão e vinho eucarísticos. Trata-se agora de uma presença real e concreta, mas de outra natureza. Jesus não percorre mais nossas ruas, não sussurra suas palavras em nossas praças, não pode mais ser tocado pelas nossas mãos e visto com nossos olhos. Porém, não está ausente. Ele continua sua obra e sua missão através de nós: fala pela nossa boca e contempla o mundo pelos nossos olhos, transforma a realidade pelas nossas mãos desde que o acolhamos. Podemos ser o seu coração num mundo sem coração e contribuir muito para humanizar nossa sociedade, se deixarmos que Ele nos conduza.</p>
<p><em><strong>Pe. Paulo Roberto Gomes, mSC,  Teólogo e Pároco da Comunidade  S. Paulo, em Muriaé, MG</strong></em></p>
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